COISAS DE MÃE >> Época de celebrar a família

23 de novembro de 2011

Melhor do que carro zero, casa nova, viagem interplanetária, nota 10 na escola, sorvete de chocolate. Família é algo a se celebrar e agradecer todos os dias. Principalmente quando estamos próximo às duas maiores celebrações do ano. Tendo o amor como oxigênio, só resiste ao tempo se for protegida e bem cuidada. Na verdade, é uma palavra que a gente só compreende realmente quando se vê formando uma.
Tive o privilégio de crescer numa casa de propaganda de margarina, mas sem as reuniões no café da manhã, até porque durante toda a infância nos era permitido dormir até acordar (que saudades). Um lar composto por pai, mãe, filhos, muito amor e umas briguinhas pelo controle remoto. Onde havia sorrisos, brincadeiras e carinho, onde a infância existiu por completo, lúdica, feliz, maravilhosa, com tombos de bicicleta e guloseimas fora de hora.
Os anos se passaram e agora me vejo cuidando de minha própria família. Admirando o desenvolvimento de meus filhos, incentivando suas descobertas, me permitindo alguns desacertos, mas buscando todos os dias que sejamos felizes e completos.
Nestes dias, especialmente, preparando nossos espíritos para o Natal, armando pinheirinho com a ajuda (ou com as atrapalhadas) do Bruno, e vendo o encantamento do Thomaz com as bolinhas coloridas. Só não imaginem uma árvore natalina impecavelmente decorada, e sim uma confusão de cores e formas, permitindo Ben 10 e seus alienígenas entre sinos, estrelas e presentinhos. Não é a beleza que está em evidência, mas o encantamento de uma criança ao ser a responsável pela montagem de um dos mais importantes símbolos do Natal, a pouco mais de um mês da chegada do Bom Velhinho.
Há dois momentos de nossas vidas em que a espera pelo Papai Noel se torna mais intensa e mágica, quando somos s crianças e quando temos crianças. Eu, como adoro a infância, me divirto com a expectativa do Bruno, suas fantasias e ansiedades. Com as cartinhas para o Papai Noel e os olhos estralados quando sugerimos que ele possa estar por perto.
Sei que existem outras configurações de família, outros modelos de felicidade. Mas uma coisa é certa, não faz diferença como a sua seja formada, o importante é aproveitar o clima da época para aproximar-se de seus entes queridos, demonstrar amor, compaixão, e incentivar momentos felizes, lúdicos e mágicos. Principalmente se houver crianças em seu convívio. Afinal de contas, o que pode ser mais encantador que um velhinho barbudo que não esquece de ninguém? Sendo rico ou sendo pobre, um bom Noel que sempre vem.

COISAS DE MÃE >> Tentando organizar a rotina

23 de novembro de 2011

Bebê em casa é sinônimo de rotina alterada. Não tenho hora para dormir nem para acordar. Na verdade, tiro uns cochilos na madrugada, entre uma mamada e outra. Confesso que às vezes o sono bate, mas não sei dormir durante o dia, e passo a achar que vou ter que aprender se quiser manter minha saúde em dia.

A impressão que dá é que exatamente naquele momento em que o sono está mais gostoso e que começo a recuperar as energias, iniciam-se os grunhidos, que se não percebo logo, rapidamente se transformam em choro e divertidos beicinhos. Hora de mais uma mamada, ou sinal de fralda cheia. Rotina que se segue durante o dia, pois como todo o bebê, Thomaz mama em intervalos médios de duas a três horas.

Na hora de sair de casa, organizar a turma é um desafio quase impossível. É preciso primeiro garantir que todos estejam ao menos limpos, pois exigir roupas adequadas para cada situação nem sempre é possível quando se tem um Batman ou Ben 10 na tripulação. Quando não são as fantasias ou camisetas surradas dos heróis favoritos, é a regata no dia frio, o blusão no dia quente ou o chinelo mais gasto para ir à festa, Bruno é cheio de vontades e dá um trabalho danado. Depois, é hora de revisar a bolsa do Thomaz, fraldas, paninhos e lencinhos são itens indispensáveis, além de peças extras de roupa. Segue-se a negociação com o Bruno de quais brinquedos levar e quais deixar em casa. Nos poucos minutos que sobram, me esforço para não sair de casa suja e descabelada.

No carro, ando espremida entre uma cadeirinha e um bebê conforto. Sempre que posso, prefiro viajar atrás, junto a meus garotos, não mais pelo Bruno, mas pelo Thomaz, que pode chorar, se assustar e precisar de algum cuidado, principalmente em trajetos mais longos. Sempre agarra firme meu dedo nas curvas mais acentuadas.

Quanto ao Bruno, me empenho para repartir a atenção e mantê-lo dentro de uma rotina, por isso, todos o dias faço questão de levá-lo à Escola, mesmo que eu passe as tardes dentro de casa. Também procuro que participe dos cuidados com o Thomaz, buscando panos, fraldinhas, sabonete, ou mesmo ajudando a abrir botões das roupas, o que o faz sentir-se grande e responsável, mostrando o quanto é amoroso.

Além da rotina diária, é preciso organizar a agenda para não perder questões importantes, como as consultas periódicas à pediatra, o calendário das vacinas e os primeiros exames, que hoje incluem teste do olhinho, da orelhinha e do pezinho.

E como entre um e outro parágrafo consegui fazer o Thomaz dormir, vou parando por aqui porque o Bruno ainda está ao meu lado querendo saber por que escrevo tanto. Já são onze da noite e preciso colocar meu menino grande na cama, mais uma vez lá se foi minha organização da rotina.

COISAS DE MÃE >> Da barriga ao colo

29 de setembro de 2011

Já são nove dias desde o nascimento do Thomaz. Mais um garoto apressado que chega em nossa casa, passo a questionar se uma gestação normal tem mesmo de 38 a 40 semanas. Bruno nasceu de 36, Thomaz, de 37. Ambos perfeitos, prontinhos. E loucos de fome.

Enquanto tento escrever, meu bebê avisa que é hora do jantar, o terceiro banquete da noite, que promete ser longa. < > Faço uma trouxinha no meu colo e ensaio uma canção de ninar que, por sorte, ele não entende, começa assim: “nana neném que a Cuca vem pegar…” Desisto. Se isso é coisa para cantar para um bebê.

Esta foi minha segunda gestação e novamente precisei induzir o parto para que fosse natural. Foram quase 12 horas de soro e espera, o que ao contrário do que muitos podem pensar, momentos para ampliar expectativas e lembrar com saudades à medida que o tempo passa. São as horas que antecedem a chegada ao mundo de um bebê, nesse caso, de um filho, amado e desejado.

Presente que vem desembrulhado, sujo e pelado. Que chega chorando, assustado, pedindo um colinho, um cheiro. Dádiva de Deus. Completude. Amor personificado. Amores com nomes e sobrenomes, Bruno, em janeiro de 2007, Thomaz Carvalho da Silva, na semana passada.

Agora, a nova rotina já é realidade, vejo-me envolta em paninhos, fraldinhas, cheirinho de bebê e de leite. Tento manter um mínimo de vaidade, mas não é fácil. Nesse momento, quem organiza minha agenda tem menos de cinquenta centímetros, mas quando quer alguma coisa, coloca a boca no mundo. Computador, internet e compromissos do mundo dos adultos, só quando e se ele deixa, e é tão bom às vezes perder o domínio sobre nossos próprios afazeres. Um caos esperado por semanas, que mostra a nós mesmos como a vida é muito mais do que uma sequência de tarefas urgentes. Quando um bebê chora, tudo mais pode esperar.

Diferente do primeiro filho, Thomaz chega dividindo espaço com o irmão. Um aprendizado para todos. Bruno se mostra um menino grande, esperto e seguro do amor que sentimos por ele. É atencioso e amoroso com o mano, que afinal de contas ele mesmo pediu ao “Papai do céu”. Mas como tem pouco mais de quatro anos e meio, é criança, e precisamos ter o cuidado de preservar e cultivar os momentos dele.

Assim, tanto eu quanto o papai e os avós viemos nos empenhando em fazer atividades com e para ele. Ser o filho mais velho pode ser maravilhoso, mas não é tão fácil assim. Por isso, dou uma dica que aprendi com algumas visitas que recebemos de amigos e familiares. Ao visitar um novo bebê que tenha irmãos, é importante primeiro dar atenção às crianças mais velhas, pois elas entendem sobre o espaço que passam a dividir, os bebês nem se dão conta.

Da barriga ao colo, muita coisa acontece em nosso corpo e, principalmente, em nosso comportamento. Ficamos mais sensíveis, corajosos e generosos, deixamos egoísmos de lado e aprendemos, cheios de alegria, que fazer alguém feliz é o segredo para sermos felizes. Amor que se oferece sem cobrança, volta ampliado milhares de vezes.

E que me xinguem os defensores das teorias que ensinam a não encher as crianças de manias. Assim como o Bruno, Thomaz vai ganhar muito colinho, vai dormir do meu lado, vai decidir quando quer mamar, quando quer dormir e quando quer brincar. Crianças crescem rápido demais, não vou perder o tempo maravilhoso que tenho para estar com eles para seguir regras rígidas de educação e colocá-los na cama antes mesmo do sol se por. Vou brincar com meus meninos até cansarmos e, exaustos, cairmos no sono, talvez na sala mesmo.

Ainda acredito que ensinar valores do bem é a questão mais importante na criação dos filhos. Se eles tiverem valores, mesmo não tendo sido criados com regras e rotinas rígidas, aprenderão a seguir o que é certo e evitar o errado, serão pessoas do bem, irão querer a felicidade para si e para seus próximos. Se eles tiverem regras ao invés de valores, não hesitarão em descumpri-las quando surgir oportunidade.

E agora, com licença, tem alguém querendo mais um colinho. Retorno na próxima edição para trazer notícias de nosso primeiro mês.

COISAS DE MÃE >> Contagem Regressiva

25 de agosto de 2011

Com 33 semanas completas, começo a achar que não vai dar tempo de resolver tudo o que está pendente. Quartinho na reforma, roupas por lavar, bolsa de maternidade e lembrancinhas que ainda não consegui escolher. Mas tem uma coisa que me conforta, sei que tudo se resolve e que achar que nada pode ser visto depois do bebê nascer é bobagem, estresse à toa.

Parece que antes mesmo de virem ao mundo temos que armazenar toda a quantidade de fraldas descartáveis que os bebês vão usar pelo menos até completarem dois anos. E amontoamos nossos armários de mega pacotões, que continuarão existindo nas farmácias e supermercados, pelo menos até inventarem algo mais prático.

Com o Bruno não foi diferente. Apressadinho, nasceu de 36 semanas. Um susto ao romper a bolsa um mês antes do prazo, uma surpresa ao perceber que a única coisa fundamental nessa hora é segurar nos braços um bebê saudável e faminto. Quer saber? Que se dane a banheira que não havia chegado, as lembrancinhas que não estão estavam prontas ou o enfeite da porta que nem havia sido escolhido. Bruno estava no meu colo e isso bastava. Por pouco não fiquei sem as fotos de grávida, o que desta vez pretendo fazer no máximo até a próxima semana.

Thomaz já está com mais de 2 quilos. E eu nem sei com quantos a mais estou. Mas cada vez que sinto seus movimentos, amo ainda mais meu barrigão. Atrapalha para dormir, para abaixar, para calçar um tênis. E o mais gostoso é que tende a piorar. Só que assim a gente vai aprendendo, ou relembrando, no meu caso, que bebê em casa atrapalha tudo mesmo.

E que delícia de bagunça fazem em nossas vidas. A começar pelo dia do parto, que a não ser que se marque uma cesariana, é o bebê quem vai definir, e sem grandes avisos, com poucas chances para um planejamento convencional. De 36 a 40 semanas, qualquer data está valendo, qualquer hora, e acredite, é ele quem vai resolver.

Depois de nascer, vai decidir a hora de mamar, de dormir e de encher as fraldas. Mas vai devolver todo o amor que destinarmos a ele em forma de carinhos, de olhares brilhantes, de balbucias e conversinhas sem nexo, mas cheias de cumplicidade.

Na minha contagem regressiva, sei que tenho um mês pela frente, talvez um pouco mais, talvez menos. Tempo suficiente para resolver tudo o que está pendente, ou não. Mas e o que me importa? Vou mesmo é aproveitar esses dias para curtir o final da gestação. E retorno na edição de setembro com notícias da expectativa pelo parto ou do nascimento do Thomaz. O que não dá para prever, somente para aguardar.

COISAS DE MÃE >> Quem cresce mais depressa?

28 de julho de 2011

Acho que as conversas do Bruno com minha barriga estão surtindo efeito. Thomaz anda bastante agitado. Talvez na expectativa de ser o Power Ranger verde. Em meio a saltos e espadas, Bruno combina com o irmão as batalhas que vão travar contra os monstros, e já inicia, falando baixinho e próximo a meu umbigo, a ter segredos que só os meninos podem saber. Com carinho e imaginação, demonstra todos os dias para Thomaz o quanto está ansioso e feliz com sua chegada próxima. E quando cai no sono, cansado de suas aventuras, é o momento em que me vejo parada, admirada do amor que sinto pelo bebê que cresceu e é agora um menino lindo a espera do irmão. Como será que crescem tão depressa? Quem deixa o tempo passar tão rápido? Mas pelo menos de uma coisa tenho certeza, estou curtindo cada centímetro, cada milímetro de seu desenvolvimento.

O que pretendo repetir nesta segunda gestação. Com 29 semanas, percebo que todos os dias acordo com uma barriga maior e um bebê mais ativo. As roupas já não me cabem, e a expectativa cresce na mesma velocidade e proporção. Na última sexta-feira, a ecografia 3D/4D deu uma palhinha sobre como será meu novo bebê. Diga-se de passagem que cada eco agendada é esperada ansiosamente, um momento mágico, um contato quase sobrenatural com aquela criaturinha frágil e corajosa, protegida e escondida em meu ventre.

A tecnologia que permite escutar o coração e mostra imagens e movimentos, torna a experiência da maternidade ainda mais forte e adorável. Nos modos 3D/4D então, é incrível. Ver boquinha e narizinho, expressões do rosto, movimentos que dão a impressão de que o bebê está sorrindo ou conversando. Bom, se for pelas vezes que Thomaz pareceu conversar, provavelmente vai ser tão falante quanto o Bruno. Haja explicação e criatividade para o novo batalhão de por quês que vem pela frente.

E tentando entender quem cresce mais depressa, Bruno, Thomaz ou minha barriga, sigo aproveitando as delícias que a maternidade oferece todos os dias. Da gestação ao mágico acompanhamento da vida gerada, suas descobertas, seus sonhos, seu desenvolvimento.

Filhos, que Deus permita a vocês um crescimento saudável e feliz. No que depender de mim, estarei sempre à disposição para um colinho, um pezinho para alcançar o brinquedo na prateleira alta ou mesmo um empurrãozinho cheio de afeto para dar coragem no portão da escola. Ou simplesmente para deitarmos abraçados no fim do dia e olhar um desenho bobo qualquer, que o único crescimento que vai proporcionar é o de nosso vínculo de amor. O que para mim já é mais do que suficiente.

18 anos UNISC >> Delícia de comemoração

24 de junho de 2011

Ricardo, eu, Felipe, Éverton, Priscila com a torta de bombom, Kinha e Sérgio

Com torta de morango ou chocolate, UNISC comemora 18 anos celebrando a escolha de mudar o cenário do ensino superior em nossa região.

Parceira da Folha do Mate em diversos projetos e ações, é uma instituição que vem investindo no desenvolvimento. Receba nossos sinceros parabéns por todas as conquistas alcançadas.

A informação é o superpoder

22 de junho de 2011

Assine a Folha do Mate e vire você também um SUPERASSINANTE.

Além de informação qualificada,você tem várias opções de planos de assinaturas e ainda concorre a muitos prêmios.

Ligue 3793 2450 e informe-se, ainda dá tempo de participar. Ou acesse http://www.folhadomate.com.br/superassinante/.

COISAS DE MÃE >> Mãe de menino

22 de junho de 2011

Difícil para quem quase não brincou de boneca e tem num skate uma das lembranças mais marcantes da infância, imaginar-se criando uma menina. Mas já estava disposta a encarar o desafio quando descobri que meu segundo filho é outro garoto.

Não vai ser desta vez que me acostumo com vestidos cor de rosa, babados e lacinhos. Isso sem falar nos penteados, nas unhas feitas e na maquiagem como objeto de desejo desde que tiram as fraldas. Certamente sou melhor brincando de carrinho do que preparando café da tarde para um grupo de bonecas.

Meu filho e meu marido estavam apostando que seria outro menino, mas eu não tinha um palpite sobre o sexo do bebê. Se fosse necessário, poderia tentar aprender a fazer uma trança nos próximos 3 meses. Tentar. Mas isso talvez fique para a próxima, se houver.

Por enquanto, vou ter mesmo que doutrinar minha turma a não deixar os tênis espalhados pela sala e talvez instalar um semáfaro na saída da cozinha, para não ser atropelada por uma bicicleta, motoca, skate ou patinete, pois o trânsito deve aumentar muito dentro de casa.

Conviver com 3 homens, acredito não ser tarefa das mais fáceis, mas eu me viro. Tenho me saído tão bem que sou capaz de dizer os nomes de ao menos dez alienígenas do Ben 10. Conheço as acrobacias do Sportakus, os novos integrantes da Liga da Justiça e já aprendi que os hot wheels fogem das gavetas à noite, por mais que eu tente deixá-los guardados, estão sempre espalhados pela casa, assim como as bolas de gude, de borracha, de tênis, de futebol, basquete e até mesmo de meia.

Resumindo, ser mãe de menino é uma diversão. Na escolinha do Bruno, eles trabalharam uma semana das profissões com as crianças, e ele chegou em casa feliz da vida dizendo que quando crescer vai ser médico de adulto, entregador de pizza, pedreiro ou trabalhar na Folha do Mate. Junto com alguns colegas, estão planejando a construção de um prédio e me mostra terrenos pela cidade onde pretendem construir. Um vai colocar os tijolos e o outro o cimento. Adoro alimentar a imaginação de meu construtor e espero do fundo de meu coração que ele siga sempre com muitos projetos.

Quanto ao Thomaz, o terceiro morador do sexo masculino de nossa casa, estamos aguardando sua chegada com o coração cheio de alegria, a casa repleta de bagunça e a promessa de muitos dias de folia, com direito a chupetas perdidas, carrinhos espalhados, boliche de pelúcia e acampamento de heróis com bebê conforto na sala.

A propósito, espero que não haja mal entendido com as mães de meninas, admiro a delicadeza e gosto demais quando vejo o Bruno conversando e brincando com suas coleguinhas, além disso tenho quatro afilhadas lindas, que adoro. Só acho que minha configuração não veio pronta para desempenhar este papel. Nada que não se aprenda se algum dia eu precisar. Quem vai saber.

Não tem pra ninguém

6 de junho de 2011

Os competidores

Os campeões da categoria mista Diego, Camila e Rodrigo

Todos de medalha no peito

 

Mais um talento da equipe da Folha, o boliche.

Parabéns aos nossos atletas que se destacaram no Torneio de Boliche da Imprensa Regional. Evento aconteceu no último sábado, 4, no Strike New Bowling e contou com a participação de representantes de veículos de comunicação de Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Vera Cruz, Rio Pardo e Candelária.

Confira os resultados por categoria:

Trio Misto

1ª Lugar: Rodrigo Kist, Camila Bergmann e Diego Batista, do Jornal Folha do Mate, de Venâncio Aires

2ª Lugar: Leandro Siqueira, Francine Siqueira e Luis Magno, da Rádio Gazeta, de Santa Cruz do Sul

3ª Lugar: Adriana Bohn, Paulo Sereno e Francisco Galliano, da Rádio Santa Cruz, de Santa Cruz do Sul

Individual Masculino

1ª Lugar: Julio Hoffmann da Folha do Mate, de Venâncio Aires

2ª Lugar: Guido Knak, do Programa O Corneta, da RBS TV Santa Cruz

3ª Lugar: Ricardo Silberschlag da Folha do Mate, de Venâncio Aires

Individual Feminino

1ª Lugar: Nádia Hamid, do Programa O Corneta, da RBS TV Santa Cruz

2ª Lugar: Ana Uhry, da Rádio Terra FM, de Venâncio Aires

3ª Lugar: Brenda Parmeggiani, da RBS TV Santa Cruz

CRÉDITO DAS FOTOS: Carlos Nyland

INFORMAÇÕES: Four Comunicação

Sexta foi dia de Papo Café na Folha do Mate

6 de junho de 2011

Para marcar a inauguração de sua nova sede, a Folha do Mate iniciou nesta sexta-feira uma atividade chamada ‘Papo Café’. O público-alvo são os anunciantes do veículo, que além de conhecerem o novo empreendimento, também participaram de uma apresentação sobre os projetos, a missão da empresa e as parcerias propostas pelo jornal para a comunidade.

Após serem recepcionados na área de convivência, os participantes dirigiram-se até o auditório, onde receberam as boas-vindas do diretor Sérgio Klafke, assistiram a um vídeo institucional da empresa e ao vídeo sobre o projeto Folheando, elaborado para o prêmio da ONG Parceiros Voluntários. Após breve apresentação da gerente comercial e de marketing, Paula Carvalho, o diretor Ricardo Silberschlag apresentou as novas instalações. Ao fim, um café-da-manhã marcou a integração entre os participantes.

Conforme Paula Carvalho, este foi o primeiro de uma série de encontros com clientes, previstos para ocorrerem em manhãs de quartas e sextas-feiras. “Uma forma de aproximação com parceiros da empresa que deve auxiliar na definição de novos rumos e projetos futuros.”

Na opinião da participante do evento, a gerente administrativa da Caciva, Lisete Stertz, o novo prédio da Folha do Mate significa que a empresa valoriza a comunidade e acredita no potencial do município. “Venâncio Aires cresceu e a Folha cresceu junto”, aponta. A colaboradora da loja Hansel & Jaeger, Luciane Wagner, concorda: “É um empreendimento que olha para o futuro”.

Parceiro do jornal desde a primeira edição do projeto Folha Cidadania, o proprietário da Relojoaria e Ótica Kothe, Cléo Kothe, salienta a possibilidade de prestar um serviço à comunidade por meio dos exames de visão. “Fortalecemos a parceria”, enfatiza. A coordenadora de assuntos corporativos da Universal Leaf Tabacos, Nelza Lau, enfatiza que a Folha do Mate é muito importante na divulgação e defesa do setor fumageiro. “É um valor que não dá para dimensionar”, explica.

Nesta primeira edição estiveram presentes representantes das empresas Universal Leaf Tabacos, Alliance One, Ervateira Elacy, Relojoaria e Ótica Kothe, Farmácia Drogafarma, Betinho Esportes, Código Surfwear, Hansel & Jaeger, Motomecânica, Original Hering, Comercial Mahle, Vestebem e Caciva.

VISITA DE ASSINANTES

O Jornal Folha do Mate também convida seus assinantes para conhecerem a nova sede. As pessoas podem fazer a visita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às 18h. Aos sábados, a visita pode ser feita das 8h às 11h30min. O objetivo é que os assinantes conheçam sobre os processos que envolvem o jornal e sintam-se cada vez mais como parte da Folha do Mate.

Ana Flávia Hantt

anaflavia@folhadomate.com.br